quarta-feira, 2 de junho de 2010

 Amo Minas...



Amo Minas
A de riquezas naturais
Amo Minas
A minha Minas de pessoas especiais ...
Amo Minas
A de histórias originais
Amo Minas
A minha Minas que luta por ideais...
Amo Minas
A de montanhas monumentais
Amo Minas
A minha Minas de belezas reais ...
Amo Minas
A de encantos gerais
Amo Minas
A minha Minas Gerais..."

Autora: Mena Moreira

Não é minha parente, não conheço.. mas com certeza é MOREIRA... e como a Cris Moreira.. Ama Minas Gerais incondicionalmente!!!

PAISAGEM MARAVILHOSA QUE EU AMO DEMAIS... BH QUE SAUDADE... Barbacena também te amooooo

terça-feira, 13 de abril de 2010

Paciência

"Há pessoas tão aborrecidas que nos fazem perder um dia inteiro em cinco minutos." (Jules Rernard)

sexta-feira, 9 de abril de 2010

A ávore dos amigos - autor desconhecido


"Existem pessoas em nossas vidas que nos fazem felizes pela simples causalidade de ter cruzado nosso caminho. Algumas percorrem o caminhos ao nosso lado, vendo muitas luas passar, mas outras, apenas, vemos entre um passo e outro. A todas chamamos amigos, e têm muitas classes deles. Talvez cada folha de uma árvore caracteriza um de nossos amigos.
A primeira, que nasce do broto, é nosso amigo pai e nossa amiga mãe, que nos mostram o que é a vida. Depois vem os amigos irmãos, com quem dividimos nosso espaço para que possam florescer conosco. Passamos a conhecer toda a família de folhas as quais respeitamos e desejamos o bem.
Mas o destino nos apresenta outros amigos, os quais não sabíamos que iriam cruzar nosso caminho. A muitos deles os denominamos amigos de alma, de coração. São sinceros, são verdadeiros. Sabem quando não estamos bem, sabem o que nos faz felizes.
E, as vezes, um desses amigos de alma "explode" nosso coração e então é chamado amigo namorado. Esse dá brilho a nossos olhos, música a nossos lábios, pulos a nossos pés.
Mas também tem aqueles amigos por um tempo, talvez uma férias, ou uns dias, ou umas horas. Eles costumam colocar muitos sorrisos em nosso rosto, durante o tempo que estamos perto. Falando de proximidade, não podemos esquecer os amigos distantes, aqueles que estão na ponta dos ramos e que quando o vento sopra, sempre aparecem entre uma folha e outra.
O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima e perdemos algumas de nossas folhas, algumas nascem em outro verão e outras permanecem por muitas estações. Mas o que nos deixa mais felizes é que as que caíram continuam perto, alimentando nossa raiz com alegria. São lembranças de momentos maravilhosos de quando cruzaram nosso caminho.
Te desejo, folha da minha árvore, paz, amor, saúde e prosperidade. Hoje e sempre ... Simplesmente porque cada pessoa que passa em nossa vida é única. Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós. Terá aqueles que levaram muito, mas não terá dos poucos que não nos deixaram nada. Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente de que duas almas não se encontram por causalidade."

Agradeço de coração aos amigos te toda espécie que tenho a minha volta!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Pais, Filhos e Netos

Esse texto é perfeito para quem é Pai ou pensa em ser e, até mesmo para quem acha que não deve ser....
Para quem tem certeza que não será pai possa entender um pouco o que nós que já somos sentimos dentro desse peito apertado de tanto amor, emoção, sentimentos. Chorei compulsivamente com esse texto.

"Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos seus próprios filhos. É que crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados. Crescem sem pedir licença à vida. Crescem com uma estridência alegre, e, às vezes, com alardeada arrogância. Mas não crescem todos os dias de igual maneira. Crescem de repente.

Um dia sentam-se perto de você e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criaturinha. Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do maternal? A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil...

E você está agora ali, na porta da discoteca esperando que ela não apenas cresça, mas apareça! Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes, sobre patins e cabelos longos, soltos. Entre hamburgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração. Ali estamos, com os cabelos esbranquiçados.

Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros. Principalmente com os erros que esperamos que não repitam.

Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos próprios filhos. Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas. Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô. Saíram do banco de trás e  passaram para o volante de suas próprias vidas.

Deveríamos ter ido mais a cama deles ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, pôsteres, agendas coloridas e discos ensurdecedores.

Não os levamos o suficientemente em parques, não lhe demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado. Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam a casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscina e amiguinhos. Ah sim, haviam as brigas no carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e as cantorias sem fim.

Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados. Os pais enfim ficaram exilados dos filhos. Tinham o sossego que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas "pestes".

Chega o momento que só resta ficar de longe, torcendo e rezando muito para que eles acertem nas escolhas em busca da felicidade e que a conquistem do modo mais completo possível (nessa hora, se a gente tinha desaprendido, reaprende a rezar).

O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolávelmente carinho. Os netos são a última oportunidade de re-editar o nosso afeto. Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais antes que eles cresçam .

APRENDEMOS A SER FILHOS DEPOIS QUE SOMOS PAIS...
SÓ APRENDEMOS A SER PAIS DEPOIS QUE SOMOS AVÓS!"

Autor: Afonso Romano de Sant' Ana


Nada melhor do que uma imagem da minha própria família, pais, filhos e neta para ilustrar esse magnífico texto. Engraçado como passa um filme sobre toda minha infância e adolescência e como dói meu coração de imaginar que passarei por tudo isso ... bem que minha mãe me avisou. Como é perfeito sermos pais, coisa divina, sentimento inexplicável. Esse texto tenta passar, e muito bem, a essência do ser pai, mas só tenta pois é impossível saber sem o ser.  Agora mesmo tem uma baixinha branquela no meio das minhas pernas puxando meu teclado pedindo um pouco de atenção... claro que vou sair da internet e encher ela de beijos e carinhos, molhados de tanta lágrima...

terça-feira, 19 de janeiro de 2010


"Só as pessoas de alma jovem e sadia é que entendem que a gente não vem ao mundo para sugá-lo, para retirar dele o suco possível e deixar para trás o nosso lixo. Encontramos o mundo de um jeito, ao nascer. É uma questão de honra que ele esteja melhor ao partirmos.

... não é só a consciência ambiental que precisamos exercitar, mas também uma consciência básica sobre a arte de conviver... Esperar o melhor dos outros é uma atitude contagiante, mas, infelizmente, esperar o pior também é. "


Trechos da crônica "À Jennifer Moyer" publicada por Marta Medeiros na Revista o Globo em 10/01/2010

A convivência é a parte mais difícil, é onde tenho que melhorar muito, infinitamente e que luto a cada dia para me tornar uma pessoa mais fácil de conviver. Infelizmente coisa difícil...

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Nasceu o "Leituras de Cris"


Senti hoje uma imensa vontade de criar um blog para compartilhar alguns textos que ando lendo por aí. Sempre fui apaixonada por leituras e não sou categórica não. Leio de tudo, dos clássicos ao popular e não me importa se é um Best Seller ou se a crítica detona, o que importa pra mim é a leitura me fazer bem, mudar algo em mim - me fazer relfetir, chorar, rir, ficar de bom humor...

Não sei se ultimamente estou lendo muita coisa que julgo bacana ou se os meus olhos antes não viam a beleza e simplicidade de certos textos. Talvez meu coração agora de mãe me deixe mais sensível, mais disposta a estar bem e a ver a beleza em pequenas coisas... vá saber!

Vou colocar alguns textos que li e gostei, só isso, sem pretensão alguma, apenas para que as pessoas que eu gosto possam compartilhar essas leituras comigo.